Criatividade e conhecimento a serviço de soluções jurídicas
João Guilherme Magalhães Monteiro de Almeida
Fundador da João Guilherme Magalhães AdvocaciaGraduado na Faculdade de Direito da UFBA (2014), exerce a advocacia de forma ininterrupta há mais de dez anos, em Salvador, atendendo empresas e empresários, sócios e investidores, famílias e pessoas físicas.
Une conhecimento técnico sólido e criatividade para construir soluções jurídicas — e não apenas para apontar problemas. Boa parte do trabalho está justamente aí: enxergar, dentro da lei, o caminho que ainda não havia sido considerado.
É conhecido pela calma, pela capacidade crítica e pela clareza na comunicação, além de encontrar caminhos nem sempre óbvios para resolver — ou, melhor ainda, para prevenir — os problemas de quem o procura.
Cada caso é lido no seu contexto real, e não apenas sob a ótica processual, para que a estratégia sirva de fato aos objetivos de quem contrata. É a mesma lógica do símbolo escolhido para o escritório: um labirinto que, ao final, sempre encontra uma saída.
Formação- Bacharel em Direito — Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (UFBA), 2014.
- Pós-graduado em Direito Empresarial, 2017.
- Pós-graduado em Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
- Pós-graduando em Direito Bancário.
- Foi aluno especial do Mestrado da Faculdade de Direito da UFBA, tendo cursado e sido aprovado nas disciplinas Autonomia Privada, Fundamentos do Direito Civil e Metodologia da Pesquisa.
- Pesquisador-bolsista do PIBIC/FAPESB durante a graduação, com pesquisa sobre o direito à privacidade, sob orientação da Profa. Dra. Roxana Cardoso Brasileiro Borges.
- Integrante dos grupos de pesquisa “Reestruturação societária, recuperação de empresas e contratos empresariais” e “Arbitragem Empresarial: análise jurídica e econômica do acesso à justiça”, coordenados pelo Prof. Dr. João Glicério de Oliveira Filho na Faculdade de Direito da UFBA.
- Organizou livros e publicou artigos científicos em revistas especializadas.
- Na graduação, integrou a ADV Junior Consultoria Jurídica (empresa júnior de Direito da UFBA) e o SAJU (Serviço de Apoio Jurídico da UFBA), e foi diretor de comunicação do Centro Acadêmico Ruy Barbosa (CARB).
Ler e escrever a vida: paixão que dá repertório
Poeta, escritor e amante da vida. Fora do escritório, é provável encontrá-lo fazendo algo relacionado às artes — lendo, escrevendo, ouvindo música, tocando violão ou assistindo a algo bom na TV. Adora jogos eletrônicos no computador e, de vez em quando, explora os perigos noturnos da cidade. Conversas sobre política e amor são rotineiras.
Há uma máxima repetida há décadas nas faculdades de Direito — atribuída ora a San Tiago Dantas, ora a Pontes de Miranda — que explica bem por que isso importa: quem só Direito sabe, nem Direito sabe. A norma não existe no vácuo; ela incide sobre negócios, famílias e histórias, e só é bem aplicada por quem conhece o mundo em que ela cai.
É aí que literatura e Direito se encontram, porque partilham a mesma matéria-prima: a palavra e a interpretação. Ronald Dworkin comparava a decisão judicial a um romance escrito em cadeia, no qual cada julgador acrescenta um capítulo que precisa se manter coerente com tudo o que veio antes — exatamente o que se faz ao sustentar uma tese: dar continuidade a uma história sem trair o enredo.
Ler e escrever todos os dias dão o repertório que o processo cobra: reconstruir fatos a partir de fragmentos, compreender a motivação de cada parte e antecipar como um texto será lido por quem decide. O efeito prático é simples — aqui, o que se escreve é feito para ser entendido, não para impressionar.
Vamos conversar sobre o seu caso?
A primeira conversa serve para entender o problema e dizer, com franqueza, se e como podemos ajudar.